domingo, 1 de setembro de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
Futuro sem cárie
Você sabia que a cárie atinge 88% da população brasileira? E que ela é
o maior problema de saúde bucal do mundo? Preocupada com isso, a ACFF –
Aliança para um Futuro Livre de Cárie reúne especialistas em saúde
pública e bucal de todo o mundo para que a cárie seja encarada como
problema de saúde pública, além de definir metas e promover ações
integradas com outras especialidades para o seu combate efetivo.
Em 2013, a Aliança para um Futuro Livre de Cárie no Brasil já se reuniu duas vezes para reforçar as mensagens do programa, mostrar os avanços realizados desde sua primeira reunião, em 2012, e planejar as próximas iniciativas. Personalidades importantes e influentes no assunto como o professor inglês Nigel Pitts, um dos maiores especialistas em cárie no mundo, Dr. Gilberto Pucca, coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, o Prof. Dr. Marcelo Bönecker, titular da disciplina de Odontopediatria da FOUSP – Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo e presidente da Aliança Global no Brasil, a primeira dama da cidade de São Paulo e professora da disciplina de Odontopediatria da FOUSP, Dra. Ana Estela Haddad, entre outros, estiveram presentes e debateram as oportunidades para tornar a importância do tema cárie cada vez mais conhecido entre dentistas e a população.
Para o Dr. Gilberto Pucca, a cárie ainda é um grande problema de saúde pública que o Brasil enfrenta atualmente. “A ACFF – Aliança para um Futuro Livre de Cárie – é um aliado importante do Governo, pois ela potencializa as frentes estratégicas das políticas públicas de saúde. Com a ajuda deste projeto, nós vamos capacitar os agentes comunitários de saúde e os dentistas para que eles possam educar a população sobre a importância da higiene bucal para prevenir a cárie e outras doenças decorrentes dela. Ser livre de cárie significa cidadania”, afirma Pucca.
Entre as metas estabelecidas pela ACFF, encontram-se:
A cárie é a doença crônica mais comum no mundo, afetando cinco bilhões de pessoas, ou cerca de 80% da população mundial. Já no Brasil, a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010)2 apontou desigualdade no índice de cárie, sendo que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam maior prevalência do que as regiões Sul e Sudeste. Além disso, notou-se que regiões de pobreza dentro de uma mesma cidade apresentam maior prevalência de cárie. Contraste que demonstra um importante fator social envolvido com a doença e relacionado ao acesso à educação bucal e estratégias para controle, caracterizando a cárie como doença biossocial.
www.AliancaParaUmFuturoLivreDeCarie.org
Em 2013, a Aliança para um Futuro Livre de Cárie no Brasil já se reuniu duas vezes para reforçar as mensagens do programa, mostrar os avanços realizados desde sua primeira reunião, em 2012, e planejar as próximas iniciativas. Personalidades importantes e influentes no assunto como o professor inglês Nigel Pitts, um dos maiores especialistas em cárie no mundo, Dr. Gilberto Pucca, coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, o Prof. Dr. Marcelo Bönecker, titular da disciplina de Odontopediatria da FOUSP – Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo e presidente da Aliança Global no Brasil, a primeira dama da cidade de São Paulo e professora da disciplina de Odontopediatria da FOUSP, Dra. Ana Estela Haddad, entre outros, estiveram presentes e debateram as oportunidades para tornar a importância do tema cárie cada vez mais conhecido entre dentistas e a população.
Para o Dr. Gilberto Pucca, a cárie ainda é um grande problema de saúde pública que o Brasil enfrenta atualmente. “A ACFF – Aliança para um Futuro Livre de Cárie – é um aliado importante do Governo, pois ela potencializa as frentes estratégicas das políticas públicas de saúde. Com a ajuda deste projeto, nós vamos capacitar os agentes comunitários de saúde e os dentistas para que eles possam educar a população sobre a importância da higiene bucal para prevenir a cárie e outras doenças decorrentes dela. Ser livre de cárie significa cidadania”, afirma Pucca.
Entre as metas estabelecidas pela ACFF, encontram-se:
- Em 2015, 90% das faculdades e associações odontológicas no país deverão ter incluído e promovido a “nova” abordagem da cárie para melhorar seu manejo e prevenção.
- Em 2020, os membros regionais da Aliança para um Futuro Livre de Cárie deverão estar integrados, atuando localmente na implantação da prevenção, manejo e monitoramento adequados da cárie.
- Toda criança nascida a partir de 2026 deverá ser livre de cárie durante toda a sua vida.
A cárie é a doença crônica mais comum no mundo, afetando cinco bilhões de pessoas, ou cerca de 80% da população mundial. Já no Brasil, a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010)2 apontou desigualdade no índice de cárie, sendo que as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam maior prevalência do que as regiões Sul e Sudeste. Além disso, notou-se que regiões de pobreza dentro de uma mesma cidade apresentam maior prevalência de cárie. Contraste que demonstra um importante fator social envolvido com a doença e relacionado ao acesso à educação bucal e estratégias para controle, caracterizando a cárie como doença biossocial.
www.AliancaParaUmFuturoLivreDeCarie.org
quinta-feira, 14 de março de 2013
Maior triagem odontológica do mundo
No dia 18 de março de 2013, a Oral-B e a Turma do Bem
vão realizar a maior triagem odontológica do mundo, que acontecerá
simultaneamente em mais de 250 municípios do Brasil, em 10 países da
América Latina e Portugal.
O objetivo do projeto Dentista do Bem é identificar adolescentes de
baixa renda, com idade entre 11 e 17 anos, que necessitam de tratamento
odontológico. Os jovens selecionados serão encaminhados para dentistas
voluntários, que farão todo o tratamento gratuitamente até que os
pacientes completem 18 anos. A expectativa é que 15 mil jovens passem
pela triagem no dia 18 de março.
Há quase dois anos, a Oral-B apoia e incentiva o projeto Dentista do
Bem, incentivando o maior movimento de dentistas do mundo para a
melhoria da saúde bucal dos jovens. Desde que Oral-B se uniu ao Dentista
do Bem, o projeto cresceu significativamente: foram mais de 8 mil
jovens contempladas com tratamento odontológico gratuito e mais de 4 mil
dentistas se tornaram voluntários e aderiram ao movimento. “A Oral-B
estabelece uma relação muito próxima com dentistas, desde o
desenvolvimento da renomada linha Oral-B Pro-Saúde, que é resultado de
um grande trabalho realizado em conjunto com esses profissionais. Por
isso, temos muito orgulho em fazer parte desse projeto, que é o maior
movimento de dentistas do mundo”, conta Danielle Panissa, diretora de
Marketing de Oral-B no Brasil.
Para conhecer todas as cidades que receberão triagens no dia 18/03 e
para mais informações sobre a maior triagem do mundo, acesse a página
oficial de Oral-B no Facebook: http://www.facebook.com/oralbbrasil. (fonte : ODONTOMagazine)
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Escorbuto
O escorbuto (do latim scorbutus) é uma doença que tem como primeiros sintomas hemorragias nas gengivas, tumefação purulenta das gengivas (inchaço com pus), dores nas articulações, feridas que não cicatrizam, além de desestabilização dos dentes. É provocada pela carência grave de vitamina C na dieta.
Há mais de duzentos anos, já se sabia que alguns alimentos eram necessários para manter-nos saudáveis. Percebeu-se, por exemplo, que os marinheiros que ficavam muito tempo no mar acabavam doentes. Esses homens, que consumiam principalmente bolachas e carne de porco salgada, passavam longos períodos sem ingerir folhas ou frutas frescas. Por esse motivo eram atacados pelo escorbuto.
Por volta de 1800, descobriu-se que esse mal poderia ser evitado se fossem acrescentados a sua dieta suco de limão e repolho azedo. Muito mais tarde, verificou-se que esses alimentos contêm grande quantidade de vitamina C e que a ingestão diária de pequenas doses dessa vitamina evita o escorbuto.
Há mais de duzentos anos, já se sabia que alguns alimentos eram necessários para manter-nos saudáveis. Percebeu-se, por exemplo, que os marinheiros que ficavam muito tempo no mar acabavam doentes. Esses homens, que consumiam principalmente bolachas e carne de porco salgada, passavam longos períodos sem ingerir folhas ou frutas frescas. Por esse motivo eram atacados pelo escorbuto.
Por volta de 1800, descobriu-se que esse mal poderia ser evitado se fossem acrescentados a sua dieta suco de limão e repolho azedo. Muito mais tarde, verificou-se que esses alimentos contêm grande quantidade de vitamina C e que a ingestão diária de pequenas doses dessa vitamina evita o escorbuto.
domingo, 6 de janeiro de 2013
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
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