sexta-feira, 20 de abril de 2012

Crianças na mesa de operação com a boca cheia de cáries


Direto do MSN / The New York Times

Seattle - Em fevereiro, na ala cirúrgica do Centro de Odontopediatria do Hospital Infantil de Seattle, Devon Koester, de dois anos e meio, estava deitado no colo de sua mãe enquanto um anestesista segurava uma máscara com cheiro de chiclete sobre seu rosto, para colocá-lo para dormir. Os profissionais em seguida tiraram um raio X que mostrava que 11 de seus 20 dentes de leite tinham cáries. Em seguida, seu odontopediatra extraiu dois dentes incisivos, realizou um tratamento de canal em um molar e fez obturações e coroas nos demais.
A mãe de Devon, Melody Koester, uma dona de casa de Stanwood, Washington, e seu marido Matthew, gerente de tecnologia da informação, disseram que só começaram a se preocupar com a escovação dos dentes de Devon depois que a mãe notou que eles estavam descoloridos, quando ele tinha 18 meses de idade.
"Eu tinha muitas coisas na cabeça, e escovar os dentes dele era uma coisa em que eu não pensava à noite", afirmou.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Mais R$ 1,9 bilhão para fortalecer atenção básica

O Ministério da Saúde garantiu R$ 1,9 bilhão a mais no orçamento deste ano para investimentos na Atenção Básica. O recurso foi pactuado nesta quinta-feira (23) durante a segunda reunião ordinária deste ano da Comissão Intergestores Tripartite, que reúne representantes da gestão federal, estadual e municipal do Sistema Único de Saúde. Os recursos adicionais começam a ser transferidos para os municípios a partir do próximo mês, correspondendo a um reajuste de 14,3% nas partes fixa e variável do Piso de Atenção Básica (PAB).
Com este incremento financeiro, as secretarias municipais de saúde poderão investir em estruturação, construção e ampliação de Unidades Básicas de Saúde.Ao assegurar o novo recurso para a Atenção Básica, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destaca que o investimento vai ajudar a diminuir a diferença entre as grandes cidades e os municípios menores na assistência à população. “Com mais estes recursos, toda a população brasileira ganha mais saúde. Principalmente as que mais necessitam”, afirma o ministro.

sexta-feira, 6 de abril de 2012

66% das crianças brasileiras sofrem com cáries

Apesar do índice ainda ser considerado alto, o Brasil registrou avanços nos últimos anos. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país saiu da condição de média incidência de cárie, em 2003, para baixa incidência em 2010. Ainda de acordo com a classificação, o índice indicado para cada país deve estar entre 1,2 e 2,6 dentes cariados por crianças. O Brasil já conseguiu atingir a média de 2,1. Esse avanço ainda está longe da média dos países desenvolvido, mas já registramos boas melhoras. Exemplo disso são algumas cidades brasileiras em que o índice está abaixo da média nacional, como é o caso de Curitiba que registrou 1,53.
As cáries são lesões no esmalte dentário causados pela ação de bactérias na boca. O desenvolvimento geralmente ocorre pelo consumo em excesso de açúcar e, principalmente, pela má higienização bucal. Os pais nem sempre percebem, mas na rotina acabam incentivando a criança a consumir alimentos que podem auxiliar no desenvolvimento da doença como oferecer mamadeiras, leite ou achocolatado antes de dormir, mesmo que a criança já tenha feito a escovação.
Alguns alimentos, por mais atrativos que sejam para os pequenos, devem ser consumidos com cautela. As crianças adoram refrigerantes, bolachas recheadas, salgadinhos e doces, mas essas guloseimas propiciam a aderência de placa bacteriana e deixam o PH da saliva mais ácido, o que pode ocasionar o aparecimento de cáries. Por isso, além de evitá-los, o ideal é sempre incentivar a criança a escovar os dentes.
A principal causa do índice de cáries no país é a falta de informação em muitas regiões. Muitos pais não sabem que os filhos devem fazer consultas periódicas ao dentista e manter hábitos saudáveis de higiene bucal, como o uso diário do fio dental. Isso acontece por falta de acesso ao tratamento odontológico e orientação correta.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Odontoclinic inaugura até abril 12 unidades em várias regiões do País

A Odontoclinic inaugura, até abril, 12 novas unidades. Seis das novas franquias estão localizadas no interior paulista, nas cidades de Mogi Mirim, Bragança Paulista, Sorocaba, Piracicaba, Pirassununga e São José do Rio Preto. Há clínicas também inauguradas na cidade de Guarulhos e duas na capital, nos bairros da Penha e Sapopemba. Somam-se a essas outras três em diferentes Estados, localizadas em Feira de Santana (BA), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS), região na qual a empresa já mantém outras duas unidades.
As inaugurações fazem parte do plano de expansão da rede, que em 2011 cresceu 30% e, atualmente, conta com mais de 140 unidades em 16 Estados brasileiros e Distrito Federal. “A intenção é consolidarmos ainda mais presença nas regiões em que atuamos, prestando serviços de máxima qualidade para famílias de classes B e C”, explica Carlos Leão, presidente do grupo Odontoclinic.
Segundo ele, a expansão da rede tem como carro-chefe o mercado paulista. “Nosso objetivo é de difundir o acesso à saúde odontológica de qualidade com clínicas modernas e próximas aos clientes. Além de apresentar uma nova alternativa para o profissional que deseja abrir o próprio negócio, com know how e apoio de uma empresa que já está no mercado há mais de 15 anos”, acrescenta o presidente da rede.
O investimento inicial para abertura de uma franquia é de aproximadamente R$ 320 mil. A expansão da Odontoclinic está concentrada em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul. “Este é um negócio bastante interessante e com demanda aquecida em todo o País. Além disso, a Odontoclinic é uma marca que oferece credibilidade e muitas vantagens para o franqueado”, ressalta Jorge Slonczewski, franqueado de quatro clínicas do Sistema Odontoclinic.
Com um modelo de negócio atrativo, a Odontoclinic reúne dentistas e profissionais de outras áreas entre os franqueados. “Entrar no ramo de franquias com uma empresa já consolidada no mercado é o primeiro passo para o sucesso. Nós, por exemplo, oferecemos uma estrutura sólida, que proporciona suporte ao franqueado e funcionários”, acrescenta Carlos Leão. “Essa estrutura permite que profissionais que não são da área odontológica tenham a segurança de montar uma clínica de excelente qualidade com o nosso suporte administrativo em um modelo de negócio que dá certo. Com isso, hoje atingimos um número de 40% dos franqueados que não são dentistas”, destaca o presidente.

Sobre a Odontoclinic
Fundada em 1997, a Odontoclinic é a maior rede de franquias de odontologia em atuação no país. Em 2002, adotou o sistema de franchising, atualmente conta com 140 franquias e quatro unidades próprias. A projeção para 2012 é de inaugurar 50 novas unidades, totalizando 500 clínicas em todo o Brasil até 2016. A companhia conta com todos os tipos de tratamentos na área da Odontologia, como Ortodontia, Clínica Geral, Endodontia, Periodontia, Cirurgia Oral Menor, Odontopediatria, Prótese, Implante e Radiologia Odontológica.

Fonte: Assessoria de Imprensa

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

SUS tem mais 185 laboratórios de próteses dentárias

As novas unidades estão instaladas em 18 estados e terão capacidade para produzir até 130 mil próteses dentárias por ano. O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 13,8 milhões para o funcionamento desses serviços.
Com este reforço na assistência, o Brasil passa a contar com 991 Laboratórios Regionais. Os laboratórios são unidades que atuam integrados com os demais serviços de saúde bucal. Nesses locais, são produzidos dois tipos de prótese – totais (dentaduras) e parciais (coroas e pontes). As próteses dentárias são produtos indicados para a recuperação de falhas na arcada dentária e oferecidos, desde 2011, no SUS, por meio do programa Brasil Sorridente.
Os novos laboratórios funcionarão nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Os recursos do Ministério serão destinados diretamente para as secretarias estaduais e municipais de saúde e liberados de acordo com a estrutura e com a capacidade de produção de cada laboratório.

Fonte: Jornal Odonto