domingo, 31 de agosto de 2008
Odonto causos - piadas da odontologia
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
MS disponibiliza R$ 1 milhão para Pesquisa em Saúde Bucal Coletiva
O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação Nacional de Saúde Bucal, acaba de publicar seu segundo edital para Pesquisa em Saúde Bucal Coletiva. O órgão vai disponibilizar R$ 1 milhão para as pesquisas selecionadas. Interessados em participar podem se inscrever até 29 de setembro próximo.
Segundo o coordenador nacional de Saúde Bucal, Gilberto Pucca Jr., o objetivo é reunir um conjunto de pesquisadores para produzir conhecimento a ser utilizado na qualificação do Sistema Único de Saúde (SUS). “Quero agradecer aos pesquisadores que estão disponibilizando tempos e talento para construirmos esse processo. Para a publicação desse edital, passamos por várias etapas. Iniciamos o trabalho logo após a finalização do primeiro edital, publicado em 2004” , lembra Pucca. O presidente nacional da ABO, Norberto Francisco Lubiana, reconheceu a relevância do edital e parabenizou a Coordenação Nacional de Saúde Bucal pela iniciativa: “a pesquisa na área de saúde coletiva é de grande importância na produção de conhecimentos, na identificação de problemas e no apontamento de soluções mais eficazes para a resolução das demandas do SUS”.
Acesse o editalterça-feira, 26 de agosto de 2008
Expressões inadequadas comumente usadas em odontologia

Cabe copiar, imprimir e utilizar no dia-a-dia a orientação do professor Luiz Soares Vianna, professor emérito da FOUFMG Expressões Inadequadas:
a) materiais dentários; departamento de materiais dentários; disciplina de materiais dentários; consultório dentário; clínica dentária; exame dentário.
b) doenças da boca; doenças dos dentes; doença periodontal; doença gengival.
c) cárie do esmalte; cárie da dentina; cárie do cemento; cárie superficial; cárie profunda; cárie proximal.
d) tratamento dos dentes; tratamento da polpa; tratamento periodontal; tratamento gengival; tratamento de canal ou endodôntico; tratamento ortodôntico; tratamento da maloclusão; tratamento da classe I; tratamento da classe II; tratamento da classe III; tratamento do lábio leporino; tratamento da fenda palatina; tratamento da língua bífida.
e) saúde da boca; saúde dos dentes; saúde física; saúde mental.
Justificativas:
A expressão: consultório dentário, não tem sentido e exame dentário é um procedimento restrito ao dente. O correto seria exame odontológico porque inclui a anamnese e os exames complementares.
b) O conceito de doença não permite o uso dessas expressões porque não existe doença local. Toda doença é geral e acomete a pessoa como um todo. A cárie dentária é uma doença geral como qualquer outra e se expressa sob a forma de lesão cariosa. A lesão cariosa é que pode atingir o esmalte, a dentina, o cemento e a polpa, como também incidir em qualquer face do dente de forma superficial ou profunda. Portanto, devemos dizer: lesão cariosa do esmalte, lesão cariosa da dentina, lesão cariosa proximal, lesão cariosa superficial, lesão cariosa profunda.
c) Essas expressões contrariam o conceito de doença. O segundo Princípio da Medicina Psicossomática informa: não existe doença local, toda doença é geral e acomete o indivíduo como um todo. Assim, qualquer parte do organismo pode estar lesada, mas não doente. Quem fica doente é a pessoa.
Trata-se do paciente, ou da doença, da lesão, da infecção, ou do tumor, etc., mas não de órgãos ou de partes do organismo. A doença cárie dentária se expressa sob a forma de lesão cariosa nos dentes. Seria, pois, correto dizer: tratamento da lesão cariosa superficial, da lesão pulpar, da lesão gengival, da lesão periodontal.
d) Os problemas ortodônticos não devem ser considerados como doença, mas sim, como anomalias e as anomalias não são tratadas, mas, corrigidas. Por que? Porque na doença não existe apenas “pathos” (sofrimento), mas também “ponos”, isto é, a luta do organismo para restabelecer a normalidade, e, isso não acontece nos problemas ortodônticos.
Segundo Hans Selye, o conceito de doença pressupõe um choque entre forças agressivas e nossas defesas.
Também o lábio leporino, a fenda palatina, a língua bífida não são doenças, são anomalias, por isso, devem receber uma correção e não tratamento.
e) Saúde é um estado da pessoa e não de órgãos ou de partes do organismo, por isso, não pode ser dicotomizada em saúde da boca, saúde dos dentes, saúde das gengivas, etc.
Observação: Tenho recebido a colaboração de colegas acrescentando outras expressões inadequadas como:
• A expressão cavidade bucal é usada erradamente quando se deseja determinar o local de uma alteração patológica. Sabemos através do dicionário Aurélio última edição, que essa expressão em anatomia patológica, significa local oco. Torna-se mesmo impossível imaginar um tumor num local oco. A denominação mucosa bucal ou mesmo boca segundo o saudoso Prof. Tommasi é a mais correta.
• Outra expressão errada que é muito utilizada é a de Patologia para significar doenças. Segundo Aurélio Patologia é um ramo da medicina que se ocupa da natureza e das modificações estruturais e/ou funcionais produzidas por doença no organismo. O correto é dizer alterações patológicas.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Dentista : tudo de graça !!!
* Destartarização: mais de 5 sessões a sexta é grátis
* Extração: mais do que 6 raízes (em cada dente) a sétima é grátis
* Prótese Total : grátis para maiores de 104 anos
* Restauração: mais de 13 faces a décima quarta é grátis
* Extração de dente incluso: grátis (se for sem anestesia)
* Extração de dentes do siso: grátis para menores de 6 anos
* Implantes: grátis para quem tem mais de 32 dentes
* Aparelhos ortodônticos: grátis para desdentados totais
* Clareamento de dentes: grátis (só cobramos o limão)
* Prótese fixa: grátis para a loira do 5ª andar
* Aplicação de flúor: grátis (feita com amostras grátis da Colgate)
* Radiografia apical: grátis em dias de jogos da seleção
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Discrição no ambiente de trabalho

Os principais cursos de graduação hoje expõem a ética profissional em sua grade curricular. Embora seja difícil mudar uma cultura que existe há décadas, o jovem profissional não aceita facilmente a ética disciplinar. O ambiente corporativo é diferente, por exemplo, da rotina universitária, na qual se chega quando se quer, senta-se ou veste-se de forma conveniente apenas para si próprio. Porém, esses jovens não podem esquecer que a “selva de pedra” é traiçoeira e apenas os fortes conquistam os melhores espaços oferecidos pelo mercado.
Pesquisas feitas por todo mundo indicam que a concentração no ambiente de trabalho tem maior rendimento quando paramos de ficar atendendo a todo momento o telefone celular, discutindo o capítulo da novela de ontem ou utilizando a internet para passar tempo. Os administradores de recursos humanos hoje comemoram a inclusão de deficientes físicos no mercado de trabalho. Eles rendem mais que os demais. Deficiências como a mudez impedem do profissional ficar “nos corredores” falando dos colegas; dificuldades de locomoção evitam das pessoas formarem grupinho durante o café para falar da vida alheia, entre outros exemplos.
É claro que um sistema rígido de controle da vida do funcionário pode ser anti-democrático. Mas e o exemplo que vemos com os Jogos Olímpicos da China ? Crianças que não têm bom resultado na escola sofrem repressões inclusive por parte dos familiares. Esportistas são disciplinados desde cedo a terem um condicionamento físico além do adequado. O Estado, como fonte gestora da vida coletiva, acaba cobrando resultados. Lá não interessa o segundo lugar. A medalha de ouro é o objetivo. Não é verdade ?
Trabalhar com a descrição no ambiente corporativo ainda é uma incógnita para muitos. Ou se age bruscamente ou deixa-se a situação rolar “para ver no que dá”. Mas fica o exemplo do silêncio para que, intimamente, pensemos a verdade, do que soltar a palavra e tornar-se um mártir dela.
domingo, 17 de agosto de 2008
Como controlar os rumores na empresa
Tomemos como base o que Max Gehringer disse na revista ÉPOCA de 11/07/2007, com muita sabedoria, aliás :
Intriga. do latim intricare, “enredar”. Portanto, a expressão “rede de intrigas” é um pleonasmo – do grego pleonasmos, derivado de pleion, “mais”, com o sentido de “supérfluo” – do latim superfluus, “fluxo além do necessário”. Ou seja, 70% deste parágrafo, cujo propósito era, apenas, o de definir “intriga”.
Faz tempo que minha empresa vem tentando controlar o clima de rumores e fofocas. E não consegue. Qualquer boato se espalha à velocidade do som. Conclusão: todos nós trabalhamos tensos, imaginando que alguma mentira a nosso respeito possa estar começando a circular. Há remédio para isso?
Karla
Primeiro, Karla, saber da vida dos outros é um esporte nacional. Segundo, quando pessoas estão estressadas ou insatisfeitas, a necessidade de desabafar aumenta. Terceiro, os boatos só florescem num solo fértil, o da falta de informações. Considerando que todos vocês têm um nível de curiosidade normal, duas coisas devem estar acontecendo. Vocês devem estar trabalhando sob tensão – serviços para ontem e cobranças exageradas – e sua empresa não tem um bom sistema de comunicação, falada ou escrita. E, quando não há notícia, o povo inventa. O remédio, sem contra-indicações, seria todo mundo fechar a boca. Como isso não vai acontecer, sua empresa só vai controlar os rumores quando implantar dois tipos de programa: um para aliviar pressões e outro para espalhar verdades. Enquanto não fizer isso, ela ficará tentando, de modo reativo e sem sucesso, abafar inverdades.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
O dentista no Mercado Livre

Você já buscou os termos ODONTOLOGIA e DENTISTA no Mercado Livre? Pois eu fiz isso e achei algumas pérolas. Confira e veja como a classe oferece seu serviço
* VENDA DE PLANOS ODONTOLÓGICOS - Leia a seção de perguntas e respostas
* DENTISTA 24 HORAS - O profissional não dorme se o dente doer
* CADEIRA ANTIGA - Será que o valor está correto ?
* COBRE PLANO ? NÃO TRABALHO COM PLANO DE SAÚDE - Dentista à toda prova
* PARA DEIXAR NA SALA DE ESPERA - Queria ler esse livro !
* FILME DE TERROR - "O Dentista" é um filme de terror. E note a capa !
* A VIDA SECRETA DOS DENTISTAS - Quem sabe seu colega de classe não é o James Bond!
* O DENTISTA JAMES BOND ... BOND BOCA - O mesmo de cima
* QUER UM PRESENTE ? PEÇA AO SEU PACIENTE - Bom ... sem comentários ...
Termos inadequados
O Dicionário de Termos Médicos de Manuel Freitas e Costa acolhe a forma mal oclusão, que tem por sinônimo o termo anaraxia.
Trata-se de uma forma que, do ponto de vista ortográfico e morfológico, não parece recomendável, uma vez que, se a sua formação tem por modelo a palavra malformação ou malfeitoria, o lógico seria "maloclusão". Mas mesmo esta última forma não é satisfatória, porque, como o Dicionário Houaiss indica, são raros as substantivos que integrem o prefixo mal- e que não sejam derivados de adjetivos ou de verbos: por exemplo, malfeitoria deriva de malfeitor, e malogro, de malograr (mal lograr).
O caso de malformação é explicado ou por derivação do verbo malformar — ou seja, seguindo a tendência de malfeitoria e malogro —, ou pelo uso de mal em lugar de má (malformação «má formação»). Se assim é, "maloclusão" teria por origem mal (= má) oclusão, porque não a podemos derivar de malocluso ou de malocluir, que não se encontram atestados.
Por outro lado, considerando que só devemos criar palavras compostas quando elas trazem um novo conceito, seria de aceitar que «má oclusão» é que é a expressão correta, em que o adjetivo é aplicado de acordo com a linguagem usual, opondo-se a «boa oclusão».
Com a expressão em apreço não se cria, portanto, um novo conceito, porque apenas se faz referência à qualidade da oclusão. Deste modo, não é necessário o hífen.
Em suma, constata-se que entre médicos se usa "maloclusão" (forma preferível a mal oclusão), apesar de se tratar de um uso discutível. No entanto, não parece incorreto usar «má oclusão», sem hífen, pelos motivos atrás apontados.