As novas unidades estão instaladas em 18 estados e terão capacidade para produzir até 130 mil próteses dentárias por ano. O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 13,8 milhões para o funcionamento desses serviços.
Com este reforço na assistência, o Brasil passa a contar com 991 Laboratórios Regionais. Os laboratórios são unidades que atuam integrados com os demais serviços de saúde bucal. Nesses locais, são produzidos dois tipos de prótese – totais (dentaduras) e parciais (coroas e pontes). As próteses dentárias são produtos indicados para a recuperação de falhas na arcada dentária e oferecidos, desde 2011, no SUS, por meio do programa Brasil Sorridente.
Os novos laboratórios funcionarão nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Os recursos do Ministério serão destinados diretamente para as secretarias estaduais e municipais de saúde e liberados de acordo com a estrutura e com a capacidade de produção de cada laboratório.
Fonte: Jornal Odonto
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Dez coisas que a Faculdade de Odontologia não ensina
1. A Odontologia é uma profissão próspera. Prosperidade não é característica de uma ou de outra profissão, mas o resultado de enxergar sua atividade como uma experiência com infinitas possibilidades e vivenciá-la como tal. A Odontologia não está num beco e muito menos sem saída. Um olhar escasso leva a resultados abaixo do esperado, em qualquer tipo de atividade.
domingo, 20 de novembro de 2011
Novos diretores do Sinog tomam posse
O Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog), após término do processo eleitoral que teve início no dia 1º de setembro, empossou sua nova diretoria, tendo Geraldo Almeida Lima como presidente no lugar de Carlos Roberto Squillaci. A votação, ocorrida em Assembleia realizada na sede social da Entidade, elegeu 41 representantes das operadoras para o mandato com duração de três anos, que se encerrará em agosto de 2014.
Geraldo Lima é graduado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Uberaba (Fiube), com especialização em Prótese Dental pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Mestrado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (Usp). Sócio e Diretor Operacional da São Francisco Odontologia, ele está no Sinog desde a sua fundação, exercendo o cargo na diretoria e tendo participado em diversos grupos e câmaras técnicas na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Durante sua apresentação à nova diretoria, apresentou as diretrizes de atuação que pretende implantar, agrupadas em quatro eixos: institucional, assessorias, disseminação do conhecimento e sustentabilidade da odontologia de grupo. Com isso, espera-se maior participação dos diretores e operadoras, a captação de novos associados e a interiorização do sindicato. Em seu programa, prevê uma avaliação das demandas dos associados para que algumas das ferramentas já utilizadas pelo Sinog sejam aperfeiçoadas. Carlos Squillaci, à frente do Sinog nos últimos 12 anos, assume agora o cargo de vice-presidente. Já o antigo vice-presidente Reinaldo Camargo Scheibe passa a ser o primeiro secretário.
Geraldo Lima é graduado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Uberaba (Fiube), com especialização em Prótese Dental pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Mestrado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (Usp). Sócio e Diretor Operacional da São Francisco Odontologia, ele está no Sinog desde a sua fundação, exercendo o cargo na diretoria e tendo participado em diversos grupos e câmaras técnicas na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Durante sua apresentação à nova diretoria, apresentou as diretrizes de atuação que pretende implantar, agrupadas em quatro eixos: institucional, assessorias, disseminação do conhecimento e sustentabilidade da odontologia de grupo. Com isso, espera-se maior participação dos diretores e operadoras, a captação de novos associados e a interiorização do sindicato. Em seu programa, prevê uma avaliação das demandas dos associados para que algumas das ferramentas já utilizadas pelo Sinog sejam aperfeiçoadas. Carlos Squillaci, à frente do Sinog nos últimos 12 anos, assume agora o cargo de vice-presidente. Já o antigo vice-presidente Reinaldo Camargo Scheibe passa a ser o primeiro secretário.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Conselho de Odontologia restringe uso do botox entre CDs
Uma resolução (nº CFO-112) publicada no Diário Oficial da União em 5 de setembro proíbe cirurgiões-dentistas de usarem botox para realizar operações estéticas como preenchimentos na face e nos lábios de pacientes. A decisão foi tomada pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), após assembleia entre os presidentes dos conselhos regionais realizada em 25 e 26 de agosto de 2011. A nova norma também vale para o ácido hialurônico, substância usada como hidratante da pele para prevenir rugas.
O CFO defende que as operações de correção estética não pertencem à área de atuação do cirurgião-dentista. O texto ainda cita a falta de evidências científicas que suportem a aplicação do botox em Odontologia e a ausência de condições seguras para o uso dessas substâncias na literatura médica.
A nova regra entra em vigor a partir desta segunda-feira. O botox ainda poderá ser usado em operações que sejam apenas para fins terapêuticos. Já o ácido hialurônico não poderá ser usado em nenhum tipo de operação até que provas científicas esclareçam melhor o uso dessa substância na área de atuação de cirurgiões-dentistas
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Estudo comprova risco de contaminação em jaleco
Um estudo publicado no American Journal of Infection Control concluiu que germes perigosos podem se esconder nos uniformes de profissionais da saúde. A pequisa reacende a polêmica envolvendo o uso de jalecos fora do ambiente hospitalar. Pesquisadores do Shaare Zedek Mecical Centerin de Jerusalém fizeram culturas de três manchas de uniformes de 75 enfermeiras e 60 médicos trabalhando num hospital com 550 leitos. Patógenos potenciais foram encontrados em 63% dos uniformes. Também foram encontradas bactérias resistentes a antibióticos em amostras de 14% dos uniformes das enfermeiras e 6% dos uniformes dos médicos. Oito das culturas se desenvolveram como Estafilococos Aureus resistentes à meticilina.
Não lavar as mãos com frequência pode contribuir para a propagação da bactéria, disseram os autores do estudo, acrescentando que ela pode ser transmitida a pacientes por outros meios e não apenas pela roupa. Observaram também que, embora muitos médicos e enfermeiras que contribuíram para o estudo achassem que seus uniformes estavam perfeitamente limpos, nem sempre esse era o caso. Os autores notaram que lavar a mão mais vezes ajuda no controle das bactérias nos uniformes, assim como a troca de uniformes limpos diariamente e a lavagem adequada da roupa. Os autores mencionaram ainda que jalecos de manga curta também podem oferecer uma proteção extra.
Lei de SP prevê multa de R$ 174
O uso de jaleco ou avental fora do local de trabalho está proibido no Estado de São Paulo desde junho, quando a lei foi publicada no Diário Oficial do Estado. A infração está sujeita à multa - estipulada em 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo, ou seja, R$174,50, atualmente. Em caso de reincidência, o valor da multa será dobrado.
Não lavar as mãos com frequência pode contribuir para a propagação da bactéria, disseram os autores do estudo, acrescentando que ela pode ser transmitida a pacientes por outros meios e não apenas pela roupa. Observaram também que, embora muitos médicos e enfermeiras que contribuíram para o estudo achassem que seus uniformes estavam perfeitamente limpos, nem sempre esse era o caso. Os autores notaram que lavar a mão mais vezes ajuda no controle das bactérias nos uniformes, assim como a troca de uniformes limpos diariamente e a lavagem adequada da roupa. Os autores mencionaram ainda que jalecos de manga curta também podem oferecer uma proteção extra.
Lei de SP prevê multa de R$ 174
O uso de jaleco ou avental fora do local de trabalho está proibido no Estado de São Paulo desde junho, quando a lei foi publicada no Diário Oficial do Estado. A infração está sujeita à multa - estipulada em 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo, ou seja, R$174,50, atualmente. Em caso de reincidência, o valor da multa será dobrado.
Bitufo lança sistema Intelligent Brush para eficiência na higienização bucal
A Bitufo está lançando um sistema inovador para eficiência na higienização bucal que permite ao consumidor uma escovação eficiente , através da identificação precisa da placa bacteriana. O sistema é composto pela escova Bitufo Intelligent Brush, que possui iluminação especial para identificação de resíduos e tufo individual, cujo design permite uma escovação muito maisa eficiente. Completa o sistema uma solução bucal que revela os pontos em que há existência de placa bacteriana, espelho com cabo, escovas interdentais ultrafinas e fio dental.
O sistema Intelligent Brush foi desenvolvido como solução eficiente para identificação e eliminação da placa bacteriana prevenindo a formação de tártaro e, posteriormente, cáries. A recomendação é que a pessoa reserve um dia da semana para esta higienização mais completa, que garantirá a eliminação dos resíduos de placas que não foram removidos com escovação diária.
O sistema Intelligent Brush foi desenvolvido como solução eficiente para identificação e eliminação da placa bacteriana prevenindo a formação de tártaro e, posteriormente, cáries. A recomendação é que a pessoa reserve um dia da semana para esta higienização mais completa, que garantirá a eliminação dos resíduos de placas que não foram removidos com escovação diária.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Refrigerantes têm efeitos catastróficos sobre dentes
A erosão dental pode ser definida como o resultado físico de uma perda de tecido duro da superfície dos dentes provocada por ácidos e/ou quelantes, sem o envolvimento de bactérias. Os resultados podem ser catastróficos para a saúde bucal, uma vez que perdas de tecido podem gerar sensibilidade, dor e má aparência. Além disso, a restauração do esmalte e/ou dentina perdidos é difícil, onerosa e requer contínuo acompanhamento. Os refrigerantes aparecem como um dos principais causadores de erosões dentárias e, por isso, Cláudia Fushida e Jaime Cury da Universidade Estadual de Campinas resolveram avaliar o efeito da frequência de ingestão de refrigerante na erosão de esmalte-dentina e estudar a capacidade biológica da saliva na reversão das alterações.
Para tanto, foram utilizados dentes bovinos, a partir dos quais se prepararam blocos de esmalte e dentina radicular adequados para determinação de microdureza superficial. Nove voluntários, utilizando dispositivos intraorais palatinos contendo quatro blocos de esmalte e quatro de dentina, participaram do trabalho em quatro etapas, nas quais Coca-Cola foi ingerida de uma a oito vezes ao dia. Os fatores responsáveis pela erosão podem ser extrínsecos, intrínsecos ou idiopáticos. Erosão extrínseca é o resultado de ácidos de origem exógena, por exemplo, o contido nos refrigerantes. Intrínseco são os ácidos produzidos por vômitos, regurgitação e refluxos recorrentes. Idiopáticos são ácidos de origem desconhecida.
Os resultados mostram que, em função da frequência de ingestão de refrigerante, a porcentagem de perda de dureza foi de 18,7 a 27,9 para o esmalte e de 24,6 a 32,6 para a dentina. A porcentagem de recuperação de dureza pela ação da saliva foi parcial, variando de 43,6 a 35,6 para o esmalte e de 40,5 a 34,6 para a dentina. Segundo a equipe, “houve também uma correlação significativa entre a frequência de ingestão de Coca-Cola e a porcentagem de perda de dureza, sendo de 0,97 para o esmalte e de 0,72 para a dentina. Por outro lado, em termos de recuperação de dureza, a correlação foi negativa, -0,70 para o esmalte e -0,74 para a dentina”.
Dessa forma, os pesquisadores concluem que, dependendo da frequência de ingestão de refrigerante, há perdas proporcionais e irreversíveis da estrutura superficial tanto do esmalte como da dentina. Em função da natureza do fenômeno de erosão, somente medidas de promoção de saúde bucal poderiam contribuir para o seu controle. Deste modo, orientação para reduzir a frequência de contato dos dentes com refrigerantes, alimentos ácidos ou medicamentos é o conselho mais lógico e efetivo.
Fonte: Odontologika.uol.com.br
Para tanto, foram utilizados dentes bovinos, a partir dos quais se prepararam blocos de esmalte e dentina radicular adequados para determinação de microdureza superficial. Nove voluntários, utilizando dispositivos intraorais palatinos contendo quatro blocos de esmalte e quatro de dentina, participaram do trabalho em quatro etapas, nas quais Coca-Cola foi ingerida de uma a oito vezes ao dia. Os fatores responsáveis pela erosão podem ser extrínsecos, intrínsecos ou idiopáticos. Erosão extrínseca é o resultado de ácidos de origem exógena, por exemplo, o contido nos refrigerantes. Intrínseco são os ácidos produzidos por vômitos, regurgitação e refluxos recorrentes. Idiopáticos são ácidos de origem desconhecida.
Os resultados mostram que, em função da frequência de ingestão de refrigerante, a porcentagem de perda de dureza foi de 18,7 a 27,9 para o esmalte e de 24,6 a 32,6 para a dentina. A porcentagem de recuperação de dureza pela ação da saliva foi parcial, variando de 43,6 a 35,6 para o esmalte e de 40,5 a 34,6 para a dentina. Segundo a equipe, “houve também uma correlação significativa entre a frequência de ingestão de Coca-Cola e a porcentagem de perda de dureza, sendo de 0,97 para o esmalte e de 0,72 para a dentina. Por outro lado, em termos de recuperação de dureza, a correlação foi negativa, -0,70 para o esmalte e -0,74 para a dentina”.
Dessa forma, os pesquisadores concluem que, dependendo da frequência de ingestão de refrigerante, há perdas proporcionais e irreversíveis da estrutura superficial tanto do esmalte como da dentina. Em função da natureza do fenômeno de erosão, somente medidas de promoção de saúde bucal poderiam contribuir para o seu controle. Deste modo, orientação para reduzir a frequência de contato dos dentes com refrigerantes, alimentos ácidos ou medicamentos é o conselho mais lógico e efetivo.
Fonte: Odontologika.uol.com.br
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